Representantes da Feipol-NE participam do movimento polícia legal em Timon-MA

De : Eliziane | Em : 08 de Jan de 2018

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O Sindicato dos Policiais Civis de Carreira do Piauí (Sinpolpi) esteve presente na manhã de hoje (8) na cidade de Timon-MA, na delegacia regional, apoiando os policiais civis na mobilização do movimento ‘polícia legal’ iniciado em todo o estado do Maranhão.

Atualmente, o Estado do Piauí possui diretores do Sinpolpi também na diretoria da Federação Interestadual dos Trabalhadores Policiais Civis do Nordeste (Feipol-NE), o atual presidente do Sinpolpi, Constantino Júnior, é também o novo presidente da Feipol-NE, além dele, os diretores Geraldo Thales e Segisnando Neto e o atual presidente da Associação dos Policiais Civis do Piauí (Apocepi), Luís Daniel, possuem cargos na diretoria da Federação e participaram da visita.

Na ocasião, os policiais participaram de um ato em frente à delegacia regional. Em seguida, foram ao Ministério Público (MP) para protocolar a comunicação do referido movimento. A Feipol-NE reivindicou que o MP possa abrir um procedimento de investigação para apurar a situação de trabalho na delegacia regional da cidade de Timon.

De acordo com o presidente da Feipol-NE, Constantino Júnior, são várias irregularidades, principalmente no tocante do trabalho feito por policiais civis que têm por imposição legal ter o acompanhamento do delegado de polícia, pois, os policiais civis, ao fazerem os procedimentos de oitivas de pessoas que estão sendo investigadas em processos de inquérito policial, precisam da presença de um delegado.

“Além disso, foi informado que há muitas pessoas que não possuem vínculos com a Polícia Civil e estão trabalhando nas delegacias cedidas pelo município de Timon, além de haver servidores administrativos que andam armados fazendo diligências e efetuando prisões”, expõe o presidente.

Toda a situação foi discutida junto ao Ministério Público tendo a Feipol-NE solicitado, ao promotor responsável, a abertura de um procedimento investigatório para convocar o secretário de segurança juntamente com as partes, o sindicato e a federação, a fim de chegaram a um denominador comum através de um termo de ajuste de conduta. 

 

Fonte: Imprensa Sinpolpi

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